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| Em posição de tiro, durante o Levante de 11/05/1938. Imagem: Revista de História da Biblioteca Nacional |
Antecedentes históricos
Em 1930, quando triunfou a chamada
“Revolução de Outubro”, com a deposição do Presidente Washington Luís
pela Junta Militar formada por seus próprios generais, que entregaram o
poder a Getúlio Vargas, líder máximo dos revolucionários, este,
revogando a Constituição de 1891, deu início a um governo
discricionário.
A 11 de novembro de 1930, Getúlio
Vargas, na qualidade de Chefe do Governo Provisório, decretou a
dissolução do Congresso Nacional, das assembléias estaduais e das
câmaras municipais. No dia seguinte, os coronéis João Alberto e Mendonça
Lima e o General Miguel Costa criaram a Legião Revolucionária de São
Paulo. Nesta época surgiam, em todo o País, outras associações
igualmente preocupadas em dar um novo rumo ao Brasil, realizando as
reformas de que ele tanto carecia. Dentre estas associações, também
chamadas de “Legiões de Outubro”, podemos citar o Clube 3 de Outubro, a
Legião 5 de Julho e a Legião Liberal Mineira, mais conhecida como Legião
Mineira, que, organizada por Francisco Campos, Gustavo Capanema e Amaro
Lanari, desfilou defronte ao Palácio da Liberdade, onde o Interventor
de Minas Gerais, Olegário Maciel, se apresentou, de uma sacada, usando a
camisa parda dos legionários por baixo do paletó.
A 03 de março de 1931 foi divulgado,
pelo periódico “O Jornal”, do Rio de Janeiro, o Manifesto da Legião
Revolucionária de São Paulo, escrito por Plínio Salgado e publicado
também em “O Estado de São Paulo” em suas edições dos dias 05 e 06 de
março daquele ano.
O Manifesto de Plínio Salgado,
pretendendo traçar à Nação Brasileira uma diretriz clara e definida em
face dos problemas fundamentais de nossa Pátria e podendo, em virtude de
seu conteúdo, ser considerado já um Manifesto Integralista, foi
elogiado por Oliveira Vianna, Tristão de Athayde (Alceu Amoroso Lima),
Octavio de Faria e Azevedo Amaral, dentre outros intelectuais de igual
ou menor estatura.
Ainda em 1931, surge, em São Paulo, o
jornal “A Razão”, que, tendo Alfredo Egydio de Souza Aranha como
proprietário e Plínio Salgado como presidente, em pouco tempo se tornou,
graças, sobretudo, a este, “o mais perfeito e elevado de quantos hajam
sido fundados no Brasil”, na expressão de Virgínio Santa Rosa [1].
Foi em “A Razão” - matutino que teve entre seus colaboradores intelectuais da estirpe de San Tiago Dantas, Paulo Setúbal, João Carlos Fairbanks, Mário Graciotti, Nuto e Leopoldo Sant’Anna, Silveira Peixoto e Alpínolo Lopes Casali – que Plínio Salgado – por meio do artigo de abertura diário, intitulado “Nota Política”, transcrito no jornal “Era Nova”, da Bahia, e em jornais do Ceará e lido com entusiasmo de Norte a Sul do Brasil e mesmo no exterior – revelou o brilhante sociólogo que vivia embuçado no igualmente brilhante romancista, sendo saudado por Tristão de Athayde como a principal revelação do ano [2].
Foi em “A Razão” - matutino que teve entre seus colaboradores intelectuais da estirpe de San Tiago Dantas, Paulo Setúbal, João Carlos Fairbanks, Mário Graciotti, Nuto e Leopoldo Sant’Anna, Silveira Peixoto e Alpínolo Lopes Casali – que Plínio Salgado – por meio do artigo de abertura diário, intitulado “Nota Política”, transcrito no jornal “Era Nova”, da Bahia, e em jornais do Ceará e lido com entusiasmo de Norte a Sul do Brasil e mesmo no exterior – revelou o brilhante sociólogo que vivia embuçado no igualmente brilhante romancista, sendo saudado por Tristão de Athayde como a principal revelação do ano [2].
A 24 de fevereiro de 1932, quando
milhares de pessoas participavam, na Praça da Sé, no Centro de São
Paulo, do comício promovido pela Liga Paulista Pró-Constituinte para
celebrar o quadragésimo aniversário da Constituição de 1891, um grupo de
intelectuais se reunia, sob a liderança de Plínio Salgado, para
organizar a Sociedade de Estudos Políticos (SEP), cuja assembléia de
fundação seria realizada a 12 de março daquele ano, no Salão de Armas do
Clube Português, à Avenida São João.
A SEP foi uma organização que reuniu
dezenas de homens de pensamento e de ação e que a partir do estudo de
nossa realidade e de nossos problemas, bem como dos ensinamentos de
pensadores nacionais e estrangeiros, estabeleceu um novo caminho para o
Brasil, caminho que, caso seguido, salvá-lo-ia da balbúrdia que nele
imperava desde o crepúsculo do Império, o reconduzindo à sua vocação
histórica, às bases morais de sua formação, e o transformando numa Nação
verdadeiramente grande, unida, próspera, feliz e soberana.
A 23 de maio daquele conturbado ano de
1932, o jornal “A Razão”, injustamente acusado de ser contrário à
reconstitucionalização do País, foi empastelado e incendiado durante os
distúrbios que culminaram no ataque da sede da Legião Revolucionária e
na morte dos estudantes Mário MARTINS de Almeida, Euclides Bueno
MIRAGAIA, DRÁUSIO Marcondes de Sousa e Antônio Américo de CAMARGO, cujas
iniciais dos nomes pelos quais eram mais conhecidos deram origem à
sigla MMDC, que se tornou o nome do mais importante movimento em prol da
reconstitucionalização do Brasil.
Foi durante aquele mês de maio que
Plínio Salgado redigiu o Manifesto que entraria para a História como
“Manifesto de Outubro”, mês de sua divulgação, que não se deu antes por
conta da Revolução Constitucionalista de 09 de julho de 1932, já
iminente, como sabia Cândido Mota Filho, que a respeito disto alertou
Plínio em junho daquele ano, quando fora aprovado pela SEP o
ante-projeto do Manifesto Integralista do consagrado autor de “O
estrangeiro” e “O esperado”.
O Manifesto de Outubro, cuja mensagem se
espalhou pelo País, de Norte a Sul, feito um rastilho de pólvora, se
inspira, antes e acima de tudo, nos ensinamentos perenes do Evangelho,
na Doutrina Social da Igreja, nas lições de pensadores e escritores
brasileiros como Alberto Torres, Farias Brito, Jackson de Figueiredo,
Euclides da Cunha, Oliveira Vianna, Pandiá Calógeras, Oliveira Lima,
Joaquim Nabuco, Tavares Bastos, Rui Barbosa, Eduardo Prado, Conde de
Afonso Celso, Domingos Jaguaribe, José de Alencar e Graça Aranha, nos
poemas patrióticos e nas campanhas cívicas de Olavo Bilac e nas poesias
de Gonçalves Dias, Castro Alves e outros poetas nacionalistas.
Sustentando a concepção integral do
Universo e do Homem, a Revolução Interior, os valores fundamentais da
Nacionalidade, a Democracia Integral, ou Democracia Orgânica, o
Municipalismo, a revalorização da Autoridade, pressuposto à existência
da autêntica Liberdade, a Harmonia Social e a Harmonia Étnica e o Estado
Ético-Integral, ao mesmo tempo antitotalitário e antiindividualista e
caracterizado, sobretudo, pelo respeito à intangibilidade do Ente
Humano, de seu Livre-arbítrio e dos Grupos Naturais dele procedentes, o
Manifesto de Outubro já trata, ainda que de maneira sucinta, de todos os
princípios básicos da Doutrina Integralista, depois aprofundados em
inúmeros livros, manifestos, artigos e discursos de Plínio Salgado e de
outros doutrinadores integralistas.
Entre outubro de 1932 e novembro de
1937, o Integralismo teve um crescimento espantoso, conquistando
centenas de milhares de adeptos e outras tantas de simpatizantes nas
mais variadas religiões, etnias e classes sociais, tornando-se a Ação
Integralista (AIB) o primeiro “partido de massas” do País e o primeiro
partido de âmbito nacional desde a implantação da República e reunindo a
extraordinária plêiade de intelectuais a que Gerardo Mello Mourão
chamou o “mais fascinante grupo da inteligência do País” [3].
Os atentados perpetrados pelos
comunistas, sicários do imperialismo russo-soviético de Stálin ou da IV
Internacional de Trótski, bem como as perseguições empreendidas por
governadores como Juracy Magalhães, da Bahia, e Lima Cavalcanti, de
Pernambuco, em vez de conter o avanço do Integralismo, ajudaram este
Movimento a crescer, de forma análoga ao que ocorrera com o Cristianismo
sob as perseguições sofridas em Roma, sobretudo ao reinado de Nero.
Em maio de 1937, os integralistas
decidiram, por meio de um plebiscito, qual seria o seu candidato às
eleições presidenciais que ocorreriam em janeiro do ano seguinte. Plínio
Salgado, que obteve 846.354 votos, foi o escolhido.
As eleições presidenciais, a que
concorreriam, ainda, Armando de Sales Oliveira e José Américo de
Almeida, não foram, porém, realizadas, uma vez que Getúlio Vargas, se
aproveitando da divulgação do “Plano Cohen” – farsa criada por Góis
Monteiro, que se apoderou de um documento escrito por Olympio Mourão
Filho, simulando como seria uma revolução comunista, e o divulgou como
se verdadeiro fosse - instaurou, a 10 de novembro de 1937, o Estado
Novo.
A 03 de dezembro de 1937, Getúlio Vargas
- que, ao criar o Estado Novo, fechara o Congresso e revogara a
Constituição de 1934, outorgando nova Carta, de autoria de Francisco
Campos e de caráter acentuadamente autoritário -, decretou a dissolução
de todos os partidos políticos, inclusive a AIB, que, segundo Plínio,
obteve a permissão do ditador para continuar funcionando como entidade
cultural e educacional. Enquanto, porém, Alcibíades Delamare, advogado e
correligionário de Plínio Salgado, promovia o registro da nova entidade
e levava os papéis a Francisco Campos, então Ministro da Justiça, que
protelou o despacho o quanto pode, deixando, por fim, de dá-lo, os
interventores dos Estados e o Chefe de Polícia do então Distrito Federal
(Rio de Janeiro), Filinto Müller, desencadeavam terrível perseguição
contra os integralistas, prendendo líderes e depredando sedes [4].
Foi por esse tempo que Plínio Salgado
entrou em contato com Otávio Mangabeira, liberal, ex-Chanceler no
Governo de Washington Luís, e em torno de quem se reuniam diversos
opositores da ditadura estadonovista. Armando de Sales Oliveira se
encontrava preso, não podendo tomar parte nas conspirações, mas seus
numerosos amigos e aliados guardavam cuidadosamente o que restara das
armas que seriam usadas por Flores da Cunha, Governador do Rio Grande do
Sul até outubro de 1937 e opositor de Vargas, em sua luta em prol do
federalismo, caso este, derrotado, não houvesse sido obrigado a fugir
para o Uruguai a 18 de outubro daquele ano [5].
Em conseqüência dos encontros com Otávio
Mangabeira, Plínio Salgado tomou contato com o General Castro Júnior e,
depois, com os generais Guedes da Fontoura e Basílio Taborda.
Entrementes, outros integralistas se articulavam com o General Flores da
Cunha, em seu exílio no Uruguai, e com o grupo do Sr. Júlio de Mesquita
Filho, na Capital Paulista. De tais conversações resultou, como observa
Plínio Salgado, a mobilização de significativas correntes militares e
políticas, tendo como objetivo comum a restauração da Constituição de
1934 e, por conseguinte, do regime democrático.
Certo dia, Plínio Salgado foi informado,
por Jaime Regalo Pereira, de que se preparava, no Rio, à sua revelia,
um ataque ao Palácio Guanabara.
Redigiu, então, o autor de “Psicologia
da Revolução” um Manifesto aos integralistas, condenando toda e qualquer
espécie de atentados, golpes violentos e assassinatos, que eram
totalmente contrários à Doutrina Integralista, recomendando aos
camisas-verdes que esperassem “o grande movimento nacional, não de
caráter integralista, mas de todo o povo brasileiro, no sentido de volta
à Constituição de 34 e das liberdades que tanto almejávamos”. Foi
portador de tal Manifesto Lafayette Soares de Paula e, mais tarde,
Plínio Salgado recebeu a notícia de que todos os seus exemplares haviam
sido queimados no Rio[6].
Chegaram, então, os últimos dias de
abril. Plínio Salgado dera autorização, por escrito, a Raymundo Barbosa
Lima e Belmiro Valverde, para que mantivessem a articulação dos
integralistas na então Capital Federal, não tomando qualquer iniciativa
sem que chegassem ordens superiores.
E, informado de que Belmiro Valverde,
que se aliara a Severo Fournier, liberal e notório antiintegralista,
para desferir, com pequeno grupo, um ataque ao Palácio Guanabara, Plínio
enviou ao Rio o Dr. Loureiro Júnior, seu genro e correligionário,
portando uma carta em que visava dissuadir Valverde de seu insensato
plano.
A profética carta escrita pelo autor de
“A Quarta Humanidade” – e que foi queimada na presença do portador, de
acordo com a ordem de Plínio, uma vez que nela eram citados diversos
nomes - dizia, em síntese, que Valverde, Barbosa Lima e os demais não
deveriam tomar nenhuma iniciativa de golpes armados, posto que o
Movimento, cujos propósitos eram civis e interpartidários, deveria
partir de uma ação exclusivamente militar e tinha como chefe o General
Castro Júnior, única autoridade no assunto; que eles deveriam se lembrar
de que uma tropa que ficasse em seu quartel e sem iniciativa de ação
seria uma tropa que seguramente iria contra todo e qualquer movimento,
uma vez que se enquadraria na disciplina hierárquica dos comandos; que,
caso tomassem eles “qualquer iniciativa de ataque, desrespeitando a
unidade do movimento nacional”, não contariam com qualquer apoio
militar, sendo que seu fracasso, longe de atingir os objetivos por eles
desejados, serviria apenas para tornar mais forte a ditadura; que não
contassem com ilusórias promessas e nem com as fantasias de determinados
militares; e, por derradeiro, que os integralistas tinham compromissos
de honra que não podiam romper sem indignidade para eles [7].
Ainda segundo as instruções de Plínio,
Loureiro Júnior promoveu, no Rio, uma reunião de altas personalidades do
Movimento que se preparava para restaurar a Constituição de 1934,
ficando nesta reunião claramente estabelecido que apenas o General
Castro Júnior poderia transmitir as ordens para o início da Revolução.
E, como não confiava nem um pouco em Belmiro Valverde, Plínio pediu que
lhe prestassem assistência, acalmando seus eventuais ímpetos, San Tiago
Dantas, Henrique Brito Pereira e os então capitães Albuquerque e
Bittencourt.
Ao meio dia de 10 de maio de 1938,
Plínio Salgado foi procurado em sua residência, na Capital Bandeirante,
pelo Dr. Jaime Regalo Pereira, que o informou de que recebera por um
aparelho de rádio amador um recado de Valverde que sem dúvida alguma
significava que o Levante principiaria à meia noite do dia seguinte, 11
de Maio.
Às 20 horas daquele dia 10 de maio,
chegou o Dr. Brito Pereira à casa de Plínio Salgado, exclamando que tudo
estava perdido, pois Belmiro ia, logo mais, dar início à “burrada” [7].
O Levante de 11 de Maio
O Levante principiou, então, naquela
madrugada de 11 de Maio, data escolhida pelos revolucionários para
atacar o Palácio Guanabara e prender Vargas – e não matar a ele ou a sua
família – porque naquele dia o Tenente Júlio Barbosa do Nascimento,
integralista, chefiava a guarda, composta de fuzileiros navais.
Infelizmente o tempo e o espaço me são
exíguos, de modo que, por hora, não tratarei propriamente do ataque ao
Palácio Guanabara, em que vários jovens integralistas deram o seu sangue
e suas vidas pela restauração da Liberdade e da Democracia, da mesma
forma que, pelos mesmos motivos, não cuidei do Levante de 11 de Março
daquele ano de 1938, quando foi ocupada a Escola Naval, na Ilha das
Enxadas, por um grupo de oficiais integralistas da Marinha, dentre os
quais se destacou, sobretudo, o heróico Tenente e depois Almirante Jatyr
de Carvalho Serejo.
Por falar em Marinha, quase todos os
membros deste glorioso ramo de nossas Forças Armadas foram integralistas
na década de 1930. Foi o Almirante Serejo quem, com efeito, declarou
que 70% dos homens de nossa Marinha de Guerra eram integralistas, “e
outros 10% eram ardorosos simpatizantes” da Doutrina do Sigma [8].
Antes de encerrar o presente trabalho,
julgo oportuno frisar que participou do assalto ao Palácio Guanabara o
“Almirante Negro” João Cândido, líder da Revolta da Chibata, a que se
deve o fim dos castigos físicos em nossa Marinha de Guerra, e que na
década de 1930 aderiu ao Integralismo, Movimento de cuja Doutrina jamais
se afastou, tornando-se amigo de Plínio Salgado, com quem se encontrou
diversas até a década de 1960, conforme afirmado por Genésio Pereira
Filho e confirmado por Gerardo Mello Mourão [9].
Seja este, pois, meu singelo artigo a
respeito do alçamento que – embora precipitado, custando a vida a vários
camisas-verdes, que, no Panteão dos Mártires do Integralismo, se uniram
a Nicola Rosica, a Jayme Guimarães, a Caetano Spinelli e a todos os
outros que tombaram em defesa de Deus, da Pátria e da Família sonhando
um Brasil maior, melhor e mais justo – teve o mérito de haver sido a
única reação armada contra a ditadura estadonovista de Getúlio Vargas
até sua deposição, em 1945.
Presidente Nacional da Frente Integralista Brasileira, FIB
Publicado originalmente em Maio de 2010.
Homenagens ocorrerão no Rio de Janeiro:
O grupo "Legião Onze de Maio" organizou
um circuito de homenagens aos mártires integralistas do Heróico Levante
de 11de Maio de 1938. A data é importante para lembrar os bravos
sobreviventes e mártires integralistas, tombados no Palácio da
Guanabara, no Rio de Janeiro, em decorrência da indignação pela traição
do então ditador, Getúlio Vargas, e da revolta de demais brasileiros de
outros segmentos políticos, frente ao início por golpe, do regime
getulista.
Dia 12 de Maio de 2012, Sábado:
Às 10h – Concentração no Portão principal do Cemitério de São Francisco Xavier (Cajú).
ÀS 10h15min. – Início da Romaria ao Mausoléu dos Mártires Integralistas.
Às 10h30min. – Junto ao Mausoléu, a chamada do Ritual Integralista.
Fonte: Nova Offensiva












